Treinador rubro-negro dedica a tarde aos ajustes táticos e às cobranças de pênaltis
Na tarde desta quarta-feira, 4, no CT Manoel Pontes Tanajura, o técnico Jair Ventura comandou um treino que parecia mais um ensaio para uma peça dramática. Não era apenas futebol. Era preparação para um clássico onde cada detalhe pode virar manchete ou epitáfio.
O treinador dedicou a maior parte do trabalho aos ajustes táticos. Organizou a defesa, afinou os movimentos ofensivos e observou cada deslocamento como um relojoeiro paciente. No futebol, às vezes, o segredo está no invisível: um passo a mais, um segundo de atraso, um espaço aberto.
Mas o treino não terminou ali. Como quem prevê o roteiro de um drama, Jair Ventura reservou tempo para as cobranças de pênaltis. Pelo regulamento do Campeonato Baiano, caso o clássico de sábado termine empatado, o título será decidido na marca da cal — esse lugar onde o jogador fica sozinho com o goleiro, com a bola e com o peso da história.
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Antes de ir ao campo, os atletas passaram pela tradicional rotina de preparação na academia. Depois vieram exercícios de coordenação técnica e aquecimento. Em seguida, sob o comando do treinador, o grupo alternou atividades táticas e dinâmicas de jogo reduzido, simulando situações reais de partida.
Restam ainda dois treinos para o técnico concluir a preparação rubro-negra. O penúltimo está marcado para a tarde desta quinta-feira, 5, enquanto o apronto final será realizado na manhã de sexta-feira.
Até lá, o Vitória trabalha em silêncio, como quem prepara uma batalha inevitável. Porque no Ba-Vi não existe neutralidade. Há apenas duas possibilidades: a glória ou o silêncio.


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