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TIME COLOSSAL VOLTA A TRABALHAR NO DOMINGO ENSOLARADO

Domingo luminoso no Barradão expõe virtudes, fragilidades e dilemas de um time que ainda se procura

Vitória volta aos treinamentos

Salvador — O sol deste domingo (11) não teve piedade. Caiu sobre o Centro de Treinamento Manoel Pontes Tanajura como um holofote, desses que não iluminam apenas o campo, mas também as contradições. Sob a claridade quase insolente da manhã, o Vitória voltou ao trabalho. E, como quase sempre acontece com o rubro-negro, o treino foi menos um exercício físico e mais um capítulo de drama.

O time alternativo, que estrearam no sábado pelo Campeonato Baiano com um empate sem gols diante do Atlético de Alagoinhas, iniciou o dia em silêncio muscular. Os titulares passaram pelo ritual moderno da recuperação — academia, vestiário, fisiologia — enquanto os demais jogadores, como figurantes ansiosos por fala, treinaram a parte técnica no campo 2.

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Mas o futebol, esse senhor cruel, nunca se contenta com a normalidade. O técnico Rodrigo Chagas precisou lidar com a ausência que pesa mais do que qualquer esquema tático: a contusão. O zagueiro Kauan, que já havia deixado o jogo no sábado aos 37 minutos do primeiro tempo, apresentou-se ainda com dores na posterior da coxa direita. Está fora da próxima partida. O exame médico dirá o nome exato do problema, mas o diagnóstico emocional já é conhecido: preocupação.

Na tarde desta segunda-feira (12), Rodrigo definirá o substituto. O duelo contra a Jacuipense, válido pela segunda rodada do Baianão, acontece na terça, às 19h15, na Arena Cajueiro, em Feira de Santana. Até lá, a dúvida não é apenas quem entra, mas como o time existirá em campo.

“Infelizmente perdemos o Kauan. Vamos ver se vamos manter a mesma plataforma ou se vamos mudar. Até terça vamos decidir.”

Após o treino desta segunda, o treinador convocará os atletas para a concentração, que começa imediatamente na chácara Vidigal Guimarães. Ali, longe do barulho das arquibancadas, o Vitória costuma refletir — quando não se angustiar — sobre o que será no dia seguinte.

Enquanto isso, o time principal olha mais adiante. Com a estreia no Campeonato Brasileiro marcada para o dia 28 de janeiro, contra o Remo, no Barradão, o elenco realizou um coletivo intenso, de cinquenta minutos, dividido em dois tempos de vinte e cinco. O placar foi um empate por 1 a 1, resultado que, em se tratando de treino, diz tudo e não diz nada.

Erick marcou para o time de camisa grená. Renzo López respondeu para o time de colete. Gols protocolares, quase burocráticos, mas necessários para lembrar que o futebol ainda é feito de redes balançando.

Entre os adultos, um detalhe chamou atenção: o zagueiro Geovane, de apenas 15 anos,

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