Leão se reapresenta mirando confronto pela Copa do Nordeste contra a Juazeirense
O futebol não concede intervalos para reflexão. Ele exige ação. E o Vitória, ainda com o suor da batalha recente, voltou ao campo como quem retorna à arena — não por escolha, mas por destino.
Nesta segunda-feira, às 15 horas, o elenco rubro-negro se reapresentou no CT Manoel Pontes Tanajura. Não houve tempo para contemplações. O empate contra a Chapecoense, arrancado com esforço quase trágico, já pertence ao passado. O presente cobra pressa. O futuro, desempenho.
O próximo compromisso está marcado: quarta-feira, às 19h, no Barradão, contra a Juazeirense, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste. Um jogo que, no calendário, é apenas mais um. Mas, no espírito, é um teste.
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Como manda o ritual moderno do futebol, os jogadores foram divididos. De um lado, os titulares — aqueles que sangraram em campo — entregues ao chamado recovery, essa palavra elegante para dizer: sobreviver ao desgaste. Do outro, os demais, que correram, disputaram, treinaram sob o olhar atento de Jair Ventura, como quem busca uma vaga, um minuto, uma chance de existir.
Houve aquecimento com o preparador físico Juninho Nogueira. Depois, vieram os trabalhos técnicos: duelos, movimentações, ajustes. Tudo calculado. Tudo necessário. Porque no futebol, cada detalhe é uma promessa — ou uma ameaça.
Enquanto isso, fora das quatro linhas, o clube movimenta sua própria engrenagem. A venda de ingressos foi iniciada. O torcedor é convocado. O Barradão, mais uma vez, se prepara para ser mais que estádio: um personagem.
Hoje, o roteiro continua. Novo treino. Convocação dos relacionados. Concentração. O ciclo se repete como um relógio implac


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